Em defesa da liberdade do que fazer com o próprio corpo, mulheres se dispõem a deixar de lado a depilação para driblar as regras impostas pela sociedade.
Da mesma forma, outros grupos tiram a roupa para lutar por seus ideiais e posam para ensaios fotográficos alternativos. Um dos coletivos que seguem essa linha é o Além, com o projeto Vivência do nu. O grupo, que se autodenomina como um "coletivo de arte político-poética", visitou o Ocupe Estelita para registrar algo que vai além da nudez.
O resultado é um ensaio fotógrafico - em um dos vagões abandonados às margens do rio - que mistura a militância do nu com a que briga por uma cidade melhor. No site oficial do grupo, os recifenses comentam as participações locais. "É um estado de liberdade, sabe, de conforto. É muito bom, é inexplicável a sensação", explicou Maria Augusta, uma das que tirou a roupa pela causa.
Por Diário de Pernambuco
quinta-feira, 12 de junho de 2014 | Notícia da Hora
Coletivo registra nudez em ensaio fotográfico
Em defesa da liberdade do que fazer com o próprio corpo, mulheres se dispõem a deixar de lado a depilação para driblar as regras impostas pela sociedade.Da mesma forma, outros grupos tiram a roupa para lutar por seus ideiais e posam para ensaios fotográficos alternativos. Um dos coletivos que seguem essa linha é o Além, com o projeto Vivência do nu. O grupo, que se autodenomina como um "coletivo de arte político-poética", visitou o Ocupe Estelita para registrar algo que vai além da nudez.
O resultado é um ensaio fotógrafico - em um dos vagões abandonados às margens do rio - que mistura a militância do nu com a que briga por uma cidade melhor. No site oficial do grupo, os recifenses comentam as participações locais. "É um estado de liberdade, sabe, de conforto. É muito bom, é inexplicável a sensação", explicou Maria Augusta, uma das que tirou a roupa pela causa.
Por Diário de Pernambuco
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